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sábado, 31 de julho de 2010

ARIRANHA

Interessante essa historinha de uma antiga revista infantil Nosso Amiguinho, de 1985 e que aborda as Ariranhas - lamentavelmente já extintas em Santa Catarina.




















A história termina com a frase: "CONTINUA NO PRÓXIMO NÚMERO".
Infelizmente não temos a edição nº 390 da Nosso Amiguinho. Quem tiver e quiser colaborar é só entrar em contato (no final do blog).

terça-feira, 27 de julho de 2010

INSETOS E ARANHAS EM 3D

O equipamento bombardeia o objeto com elétrons para gerar a imagem tridimensional, como a da mosca acima

Fotógrafo capta imagens microscópicas e em 3D de insetos e aranhas




Um fotógrafo britânico aposentado registrou, com o auxílio de um microscópio eletrônico, imagens tridimensionais centenas de vezes ampliadas de insetos e aracnídeos, como moscas, pulgas e aranhas-saltadoras.

Steve Gschmeissner, de 61 anos, usou um Microscópio Eletrônico de Varredura (MEV) para registrar as criaturas.
Esse tipo de equipamento bombardeia o objeto com elétrons, que enviam mensagens de volta para que o microscópio gerando a imagem de alta precisão em 3D.

O MEV, que segundo o fotógrafo pode custar mais de R$ 1 milhão, é muito mais potente que um microscópio óptico, que pode ampliar um objeto centenas de vezes.

"Poder usar um equipamento como esse na minha aposentadoria é a realização de um sonho", disse o fotógrafo.
Gschmeissner decidiu fotografar os insetos justamente por causa dos incríveis detalhes e formas que as imagens ampliadas deles proporcionam.

"Os insetos foram um grande projeto para mim. O nível de detalhe em seus minúsculos exoesqueletos é simplesmente lindo", declarou.

Fotos: Steve Gschmeissner / Science Photo Library


Fotógrafo usa microscópio eletrônico para gerar imagens em 3D e milhões de vezes ampliadas de criaturas como esta mosca

Esse microscópio eletrônico é muito mais potente que um microscópio óptico para registrar imagens como a desta aranha-saltadora

O fotógrafo escolheu registrar os insetos, como a pulga acima, porque "o nível de detalhe em seus minúsculos exoesqueletos é simplesmente lindo"

"Poder usar um equipamento como esse na minha aposentadoria é a realização de um sonho", disse Gschmeissner. Acima, imagem de uma vespa

sábado, 24 de julho de 2010

COMO NÚMEROS

Hoje estamos colocando uma nova ferramenta no final do blog.
Números que nos faz pensar. E como!


0 galinhas
0 perus
0 patos
0 porcos
0 bois e vacas
0 ovelhas
0 coelhos
0
Número de animais mortos no mundo pela indústria da carne, leite e ovos, desde que você abriu esta página. Esse contador não inclui animais marinhos, porque esses números são imensuráveis.

NOVAS ESPÉCIES NO ATLÂNTICO

Versão avermelhada do verme "Enteropneust", uma possível nova espécie. 

Cientistas acabam de voltar de uma expedição com amostras de animais raros e mais de dez possíveis novas espécies do fundo do Oceano Atlântico. Uma delas pode trazer pistas sobre o elo evolucionário entre invertebrados e vertebrados.

A equipe do Mar-Eco, um programa internacional de pesquisas que faz parte do Censo da Vida Marinha, ficou seis semanas na região a bordo do navio RRS James Cook. Pesquisadores da Universidade de Abeerden, no Reino Unido, fazem parte do projeto, junto com representantes de outras 16 nações.

Após 300 horas de mergulho, com ajuda de um veículo operado remotamente, eles alcançaram profundidades de 700 metros a até 3.600 metros. A equipe pesquisou a crista gigante que divide o Oceano Atlântico em duas partes, leste e oeste, da Islândia aos Açores.
A pesquisa se concentrou em duas grandes áreas: as águas geladas da corrente do Golfo e as mais quentes, no sul.

O diretor do laboratório de pesquisas oceânicas de Aberdeen, Monty Priede, diz que os pesquisadores ficaram surpresos em observar como os animais são diferentes em cada lado da crista.

Nas planícies do noroeste, por exemplo, eles encontraram vermes batizados de "Enteropneusta". Apenas alguns poucos exemplares do Oceano Pacífico eram conhecidos pela ciência. "Esses vermes são membros de um grupo pouco conhecido de animais que estão próximos do elo perdido na evolução entre os animais vertebrados e invertebrados", diz Priede.

Três espécies desse verme com cores e formas diferentes foram encontrados durante a expedição. Elas serão enviadas a especialistas para análise.

"Esta expedição tem revolucionado a nossa reflexão sobre a vida do fundo do Oceano Atlântico", comenta Priede. Segundo ele, os pesquisadores não podem mais ignorar a enorme variedade de animais que vivem nas encostas e vales, no meio do oceano. Com tecnologia, ele acredita que os pesquisadores poderão encontrar criaturas nunca antes imaginadas.

Ofiúro do gênero Gorgonocephalus encontrado no fundo do Oceano Atlântico.

Pepino-do-mar, uma das diversas criaturas descobertas na expedição ao Atlântico.

Um verme do mar, encontrado pelos pesquisadores. Muitas das criaturas achadas pela expedição nunca haviam sido vistas antes.

O verme batizado de "Enteropneusta" foi encontrado em diferentes cores e formas. Ele pode estar perto do elo evolucionário entre vertebrados e invertebrados.

Criaturas como esta medusa estão entre os seres bizarros encontrados no fundo do oceano.

Pepino do mar transparente achado sobre a crista que divide o Atlântico em dois.

Outro tipo de pepino do mar que nadava sobre a crista que divide o Atlântico: os pesquisadores ficaram surpresos em observar como os seres em cada lado são diferentes.

Esta criatura se ancora no fundo do mar com ajuda de seus tentáculos.

Versão roxa do verme "Enteropneusta", que vive no norte do Oceano Atlântico.


Fotos:  David Shale
Fonte: UOL Ciência