Páginas

Mostrando postagens com marcador sudeste. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sudeste. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

APOIO ÀS RPPNs

Governo de SP pagará R$ 4 mi a 12 reservas particulares
 
José Maria Tomazela | Agência Estado
 
 
 
A RPPN Fazenda Renópolis, com 92,5 hectares, de Santo Antonio do Pinhal, é uma das contempladas.
 
 
O governo estadual vai distribuir R$ 4 milhões para ajudar os proprietários de Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN) do Estado de São Paulo a conservar a diversidade biológica dessas áreas. A verba será destinada a doze RPPNs que passaram num processo de seleção e, juntas, somam 1,4 mil hectares. A relação foi publicada no Diário Oficial do Estado nesta quarta-feira, 04. O rateio do recurso levará em conta a classificação da reserva, o tamanho da área e o projeto a ser executado. É a primeira vez que o Estado ajuda financeiramente as áreas de interesse ambiental nas mãos de particulares. Entre as reservas classificadas estão RPPNs estaduais, vinculadas à Fundação Florestal, e federais, sob a gestão do Instituto Chico Mendes (ICMbio). A melhor pontuada na classificação é a Fazenda Renópolis, com 92,5 hectares, em Santo Antonio do Pinhal, seguida pela reserva Rio dos Pilões, com 407 hectares, em Santa Isabel, e do Sítio Manacá, de 25 hectares, em Guaratinguetá. A quarta colocada, Pedra da Mina, em Queluz, é também a maior, com 632,8 hectares, e a de criação mais recente, preservando o ponto mais alto do Estado de São Paulo, na Serra da Mantiqueira.
 
De acordo com o assessor técnico da Secretaria do Meio Ambiente, Daniel Ramalho, o objetivo é estimular os donos das terras a conservar o patrimônio natural. "É uma contrapartida aos serviços ambientais que eles prestam ao Estado todo, conservando matas, rios, habitat de fauna, formações geológicas e cenários naturais incomuns." Cada unidade vai apresentar um plano de ação de acordo com as necessidades maiores da área. "Podem ser projetos de proteção contra invasores, controle de espécies indesejáveis, reprodução da fauna, enfim, propostas para melhorar as condições da reserva."
 
Os planos devem ser executados em cinco anos e os recursos serão liberados em parcelas anuais. O recurso, do Fundo Estadual de Prevenção e Controle da Poluição (Fecop), está reservado. Na primeira chamada, foram atendidas apenas as reservas de pessoas físicas - as outras são Fazenda Bela Aurora (Cruzeiro), Estância Jatobá (Jaguariúna), Toca da Paca (Guatapará), Meandros II (Ibiúna), Amadeu Botelho (Jaú), Meandros III (Ibiúna), Serra do Itatins (Iguape) e Águas Claras (São Luiz do Paraitinga). Num segundo momento, conforme Ramalho, serão incluídas as RPPNs mantidas por pessoas jurídicas. O Estado de São Paulo tem 72 RPPNs, sendo 40 do Instituto Chico Mendes e 32 da Fundação Florestal.
 
 

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

AMBIENTALISTA MORTO

Ambientalista espanhol é morto a tiros no Rio de Janeiro 
 
Polícia relaciona sua morte com suas denúncias para proteger o meio ambiente
 
Juan Arias
EL PAÍS
 
O biólogo Gonzalo Alonso Hernandez, em uma cortesia de imagem de sua viúva.
 
O biólogo espanhol Gonzalo Alonso Hernandez, 48 anos, um proeminente ativista ambiental, foi encontrado morto na terça-feira, perto de sua casa em uma cachoeira no Parque Estadual Cunhambebe, no estado do Rio de Janeiro. Ele morava no país com sua esposa há 10 anos. Ele foi executado em sua casa e, em seguida, jogado nas águas de um lugar que, por anos, lutou contra os caçadores furtivos e incendiários que buscavam criar pastos para o gado. A polícia e sua viúva, Maria de Lourdes Pena Campos, relacionam o crime com suas insistentes denúncias e sugerem que ele pode ter sido torturado.
 
Os investigadores encontraram manchas de sangue na casa. A esposa de Gonzalo, que trabalha no Rio e retorna para sua casa nas montanhas no fim de semana, tinha ido para o trabalho.
 
Embora ainda não tenha dado uma versão oficial dos motivos para o assassinato, o Consulado do Rio, que está em contato com a polícia, não tem mais dúvidas de que foi um crime por sua luta contra crimes ambientais no parque natural de Cunhambebe.
 
 
Ele foi morto em casa, e jogado em uma cachoeira defendendo o parque
 
 
Sua esposa confirmou para o EL PAÍS que o marido "estava sempre em guerra com os caçadores, criadores de gado no parque e contra incêndios para abrir espaços para os agricultura". Gonzalo também se destacou por sua defesa de espécies de plantas e animais em perigo de extinção.
 
O biólogo foi transferido pela Telefónica para o Brasil, onde atuou como diretor no Rio de Janeiro da empresa de telefonia móvel Vivo. Em 2005, ele deixou o cargo para se dedicar exclusivamente ao trabalho ambiental. Ele trabalhou como voluntário na ONG Instituto Terra, que está ligada à CNT EUA.
 
A polícia confirmou que a casa do biólogo não tinha apenas o computador, provavelmente para apagar os traços de suas reivindicações na área ambiental. Seus assassinos também cortaram a linha telefônica e luz em sua casa.
 
A viúva destacou o fato de que o biólogo foi executado em sua casa e seu corpo foi jogado em uma cachoeira do parque cuja proteção tinha vindo a defender há oito anos. Ela afirmou que não tem dúvida de que o crime foi cometido por aqueles que foram tocados por suas queixas. "Ele nunca teve  inimigos, além daqueles que foram denunciados por suas ilegalidades contra a natureza", disse ainda muito afetada pela tragédia, mas com firmeza.

 
Pesquisadores acreditam que pode ter sido torturado
 
  
Gonzalo Alonso Hernandez nunca recebeu ameaças explícitas. O único fato anormal que Maria de Lourdes lembra é "que vi voar sobre a casa, um dia antes do assassinato, um helicóptero voando baixo, algo que nunca tinha acontecido antes". Naquele momento, eles não se importam.
 
Felipe Paranhos, da ONG Instituto Terra, que conhecia o ativista, disse que o biólogo também trabalhava com um projeto do governo do Rio de Janeiro para a proteção das águas do parque - muito importante do ponto de vista ambiental.
 
"Ajudou muito a todos nesta luta para proteger as fontes de água", disse Paranhos. Perguntado sobre o que ele achava das autoridades locais, explicou: "Gonzalo chegou com mentalidade europeia que tudo que é ilegal é para denunciar abertamente". Ele acrescentou: "E você sabe que no Brasil a mentalidade é diferente." Ele quis dizer que aqui você não pode desafiar abertamente, muitas vezes certos interesses protegidos por caciques locais.
 
Uma das principais razões pelas quais a polícia suspeita que o crime foi ordenado por aqueles que foram expostos pelo ecologista espanhol é o fato de que a única coisa que foi roubada de sua casa foi o computador. "Eles provavelmente fizeram isso para levar as informações coletadas pelo biólogo contra as ações ilegais no parque", disse o oficial de polícia, Marco Antonio Alves.
 
As autoridades brasileiras ainda não se pronunciou sobre o crime o tempo da imprensa. O Ministério das Relações Exteriores espanhol só confirmou sua morte.
 
 
Fonte: EL PAÍS
Tradução: Fernando José Pimentel Teixeira
 
 

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

O VALOR DA BIODIVERSIDADE

Grãos cuspidos por mamífero em fazenda no ES renderão café de R$ 900 o quilo

Divulgação/CulturaMix
Cuíca, o "bicho de bom gosto"

LUIZA FECAROTTA
ENVIADA ESPECIAL A PEDRA AZUL (ES) - FOLHA DE S. PAULO

À primeira vista, não dava para entender por que diabos aqueles grãos de café, meio gosmentos, surgiam amontoados sob as árvores - religiosamente, da noite para o dia.

Ao amanhecer, era sempre igual: os roceiros se enfiavam no meio do cafezal para fazer a colheita manual e davam de cara com uns grãos, já sem casca, sobre as folhas secas no chão. Algum animal ali da mata andava a chupar esses frutinhos adocicados.

Depois de muito fuçar, Rogério Lemke, o administrador da fazenda Camocim, na qual se espalham 120 mil pés de café em Pedra Azul, a 100 quilômetros de Vitória, no Espírito Santo, matou a charada.

Eram cuícas, pequenos mamíferos silvestres, que guardam certa semelhança com um rato. Os bichos se penduram nos galhos mais baixos das árvores, à noite, para se alimentar da casca, da polpa e do mel do café. Escolhiam sempre os melhores frutos, como em uma "colheita seletiva".

Depois, as cuícas dispensavam os grãos, ainda com algum resquício do mel sobre o pergaminho (película entre a semente e a polpa). Para evitar prejuízo, com o desperdício de grãos, o carioca Henrique Sloper, dono da fazenda, resolveu recolher essas sementes "cuspidas".

A partir daí, como revela a Folha, Sloper decidiu fazer testes de secagem e torra para descobrir, na xícara, o que eles poderiam render.

Depois de um ano de avaliações, o café da cuíca deve ser lançado em novembro por pelo menos R$ 900, o quilo. Em média, um pacote de mesmo peso de um café especial custa R$ 60 - os grãos cuspidos pelo animal custarão, portanto, 14 vezes mais. Bicho sem carisma, a cuíca, quem diria, vale ouro.

Seu João Pagio Fiorezi, 61, fornece mudas de café há 25 anos para a fazenda Camocim, no Espírito Santo.


CAFÉ DE CUÍCA


Ilustrações/Sandro Castelli
Os pés de café ficam com os frutos maduros entre abril e setembro; começa a colheita


À noite, a cuíca escolhe as frutas mais maduras e chupa os grãos dos galhos mais baixos



Depois de chupar a fruta e engolir a casca, cospe as sementes em torno do pé de café



Esses grãos cuspidos são recolhidos manualmente todos os dias em meio à colheita habitual do cafezal


Os grãos são secos em terreiro suspenso de 5 a 12 dias, com umidade e temperatura controladas


Os grãos são estocados em tulhas com temperatura, umidade e luz controladas


A cada 15 dias, os grãos passam pelos testes de torra e prova 


 Depois de alcançar o ponto ideal de torra, são feitos testes de diferentes métodos de preparo da bebida


Definem-se o preço e a estratégia de lançamento no mercado


Seu João saltou do caminhão, adentrou o cafezal, aproximou-se de uma árvore em área mais reservada, ou seja, mais afastada de casas e estrada, e mais perto da mata. Agachou-se e abriu os galhos mais baixos para espiar.

"Esse é o café da cuíca", disse, pegando um punhado de grãos despolpados (sem casca nem polpa) nas mãos. Aquele café tinha cheiro forte, remetia à terra e ao universo animal - mas o odor não chegava a ser ruim. Os grãos estavam com uma gosma, ainda resquício do mel do café.


TÍMIDAS E CRITERIOSAS


Marcelo Justo/Folhapress
"Cuícas são incapazes de comer café verde ou estragado", diz especialista; colheita dos grãos cuspidos pelos animais é realizada manualmente por roceiros que se agacham junto aos pés de café e pegam grão por grão


E as cuícas? Não foram encontradas nem por decreto. Enfiam-se no meio da mata e ali ficam, escondidas.

São animais ariscos e noturnos, que gostam de comer somente os grãos adocicados, no ápice da maturidade.

"Elas têm um ótimo critério de seleção. São incapazes de comer café verde ou estragado", diz Evair de Melo, presidente da Incaper (Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural), que ajudou a desenvolver os cafés de jacu e cuíca na fazenda.

As cuícas surgem por ali aos montes porque a área é circundada de parques nacionais e mantém parte da mata nativa - à semelhança da cabruca, o sistema de plantio de cacau típico do sul da Bahia, que conserva a mata para sombrear os cacaueiros.

Na propriedade de produção orgânica, pipocam hortênsias arroxeadas, margaridas do mato amarelinhas, amarelinhas e pitangueiras carregadas de fruta.

A colheita desses grãos cuspidos pelas cuícas é trabalhosa, feita manualmente por roceiros que se agacham junto aos pés de café e pegam grão por grão acomodando-os em sacolas a tiracolo.

É fundamental que seja realizada regularmente para que os grãos não fermentem sobre o chão - é comum ficarem protegidas pelas folhas das árvores da mata ali conservada, que servem de adubo natural ao cafezal.

Os grãos colhidos são transportados para secar em um terreiro suspenso, protegido por estufa, com umidade e temperatura controladas. Depois, são separados de gravetos e afins manualmente e estocados na tulha para que descansem antes da torra.

Para chegar à xícara, passa por testes de perfis diferentes de torra, provas profissionais - quando o grão é moído grosso, entra em contato com a água quente e é sugado de forma a cair homogeneamente sobre a língua.


RAIO-X DA CUÍCA


Como é -> É um mamífero marsupial - como o canguru, as fêmeas são dotadas de uma bolsa chamada marsúpio, que contém as tetas e serve para carregar os filhotes

Onde vive É encontrado na região que vai do México à Argentina

Quanto mede -> Quando adulta, seu corpo pode alcançar cerca de 30 cm de comprimento

Que cor tem -> Seu dorso é cinza-escuro, e as partes inferiores, amarelo-clara e manchas da mesma cor acima dos olhos

O que come -> Animal onívoro que se alimenta de matéria vegetal e animal - metade da sua alimentação é de frutas.Tem entre 40 e 50 dentes


O JACU PIONEIRO


A cuíca não é, contudo, o primeiro animal a "participar" do processo de produção de cafés especiais no Brasil.

Quem emplacou de forma pioneira foi o jacu - ave robusta, com bico pronunciado e papo vermelho. Seu café foi vendido pela primeira vez em 2007, também pela fazenda Camocim. Atualmente, são produzidos 950 quilos por ano a R$ 450, o quilo.

Conhecido como "faisão brasileiro" e também semelhante a um urubu, esse animal era uma praga para a plantação de café.

"O jacu comia muito do meu café, dava o maior prejuízo", diz Henrique Sloper, dono da Camocim. "Muitos fazendeiros matavam o bicho, ficou quase extinto."

Inspirado no kopi luwac, o famoso café da Indonésia, cujos grãos são retirados das fezes da civeta (animal semelhante ao gambá) e que podem custar US$ 493, o quilo (cerca de R$ 1.000), o café de jacu surgiu para solucionar esse problema no cafezal.

"O que era uma praga virou fonte de um produto de alta qualidade", diz Sloper.

Tanto o jacu quanto a cuíca escolhem os frutos mais maduros e sem defeitos para se alimentar - por isso, geralmente, resultam em bebidas de doçura acentuada.


PREÇO


O fazendeiro vê nesses cafés exóticos uma grande fonte de lucro. Ao consumidor, resta a pergunta: vale mesmo pagar um valor tão alto?

Especialistas apontam pequenos problemas na primeira amostra, que podem ter sido gerados pela torra excessiva.

Sloper, por sua vez, diz que ainda fará ajustes nessa etapa para que possa extrair o melhor desses grãos, torná-los mais delicados e adequados para o preparo no coador, método que deixa suas características à mostra com mais clareza.

Espetacular na xícara ou apenas razoável, o café com a contribuição da cuíca conta uma boa história. Não tenha dúvida: isso também tem um custo.


QUANTO CUSTA O QUILO?


CUÍCA - R$ 900
Os grãos cuspidos pelo roedor são recolhidos manualmente do chão e secos em terreiro suspenso

JACU - R$ 450
Os frutos maduros comidos pela ave são liberados nas fezes, que não têm cheiro, e limpos manualmente

CAFÉ ESPECIAL - R$ 60
São cafés de qualidade superior à média, feitos só de grãos arábicas, com doçura e acidez equilibradas


SURGEM RESSALVAS À 1ª LEVA, PRODUTOR VAI MUDAR A TORRA


Marcelo Justo/Folhapress
Isabela Raposeiras não gostou da baixa acidez da 1ª amostra


Marcelo Justo/Folhapress
Marco Suplicy identificou uma nota vegetal, de mato


Marcelo Justo/Folhapress
Cecília Sanada acha que a "bebida não é acima da média"


Com a primeira amostra do café da cuíca, que não circulou comercialmente, a Folha convidou três experts para provar a bebida às cegas. Isabela Raposeiras, do Coffee Lab, Marco Suplicy, do Suplicy, e Cecília Sanada, do Octávio Café, aceitaram o desafio.

Fizeram provas informais com uma pequena quantidade de grãos. Ficaram de lado os protocolos rígidos de degustações profissionais - a ideia era somente colher primeiras impressões de especialistas.

Do balanço geral dessa primeira leva, surgiram três pontos de tangência: baixa acidez, doçura acentuada e torra um pouco exagerada.

Foram as mesmas conclusões a que o norte-americano Andrew Barnett e o holandês Willem Boot (ambos provadores profissionais) tinham chegado na última semana em prova acompanhada pela Folha na fazenda capixaba.


EXCESSO DE TORRA


Para Isabela Raposeiras o excesso de torra inibiu o potencial do café. "Esse café cru deve ser de qualidade, tem doçura elevada e é limpo. Mas a acidez é muito baixa [especialistas se referem à acidez como sinônimo de qualidade]."

Marco Suplicy achou a bebida "agradável", com "bom corpo" e "nota de mato". "Mas sinto uma aspereza, não é uma bebida nem mole, nem estritamente mole [as melhores categorias da bebida]."

Já Cecília Sanada diz que o café perde em aroma. "Não é acima da média." Por outro lado, chama a atenção para a doçura acentuada e para um "amargor que não chega a atrapalhar a bebida".

Segundo o fazendeiro Henrique Sloper, o lote que vai chegar ao mercado em novembro passará por ajustes de torra a fim de fique "mais delicado".


quarta-feira, 6 de julho de 2011

NOVA ESPÉCIE HOMENAGEIA TOM JOBIM



Uma trepadeira, conhecida como Bico Branco, foi reconhecida oficialmente pela comunidade científica como uma nova espécie botânica. A planta foi encontrada numa reserva de Mata Atlântica no norte do Espírito Santo e homenageia em seu nome o maestro e ambientalista Tom Jobim.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

ANIMAL SÍMBOLO DE SÃO PAULO

Onça suçuarana é eleita animal silvestre símbolo de SP

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

A Secretaria do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo anunciou nesta quarta-feira que a onça suçuarana (Puma concolor capricorniensis) --também conhecida como onça parda-- foi escolhida animal silvestre símbolo da cidade. O felino recebeu 16.689 votos de um total de 84.140.


Divulgação
A onça suçuarana foi escolhida o animal silvestre símbolo da cidade de São Paulo por meio de votação on-line

As ações da prefeitura voltadas à proteção e educação ambiental será identificadas com uma figura estilizada da onça. Além disso, o órgão desenvolveu um personagem chamado Suçu para trabalhar a questão da biodiversidade junto às escolas.

A onça suçuarana foi escolhido por meio de uma votação on-line entre junho e setembro deste ano, onde concorreu com 14 candidatos.

Divulgação
A prefeitura vai usar o desenho do personagem Suçu para trabalhar a questão da biodiversidade junto às escolas

Os animais que disputaram o título foram escolhidos por técnicos da Divisão de Fauna com a colaboração de professores e pesquisadores do Museu de Zoologia da USP, do Instituto de Biocências da USP, do Instituto Butantã e das ONGs Salve-Brasil e Centro de Estudos Ornitológicos.

Segundo a secretaria, a eleição começou concentrada entre aves, enquanto a onça ocupava a quarta posição, semana a semana. No último mês, começou a ganhar posições e venceu o concurso, seguida pelo bentevi, sabiá-laranjeira, joão-de-barro e periquito-rico.

CARACTERÍSTICAS:

A onça parda é o maior felino registrado atualmente em São Paulo e o segundo maior do Brasil. Foi encontrada em duas áreas da zona sul: Fazenda Capivari e Parque Estadual da Serra do Mar. Trata-se do felino com maior distribuição no continente americano: do norte do Canadá ao sul da Argentina e do Chile --Terra do Fogo).

No Brasil, ocupa todos os tipos de biomas: Amazônia, caatinga, cerrado, mata atlântica, Pantanal e campos sulinos. Ela possui uma grande capacidade de adaptação aos diferentes ambientes e climas.

A suçuarana mede entre 86 cm e 154 cm de cabeça e corpo, e a cauda mede entre 63 cm a 96 cm. Seu peso varia de 29 kg a 120 kg, sendo os machos maiores do que as fêmeas. Possui coloração uniforme parda.

Tem hábitos solitários, terrestres e noturnos e alimenta-se principalmente de mamíferos de médio porte --como quatis, catetos, tatus e capivaras-- e vertebrados de pequeno porte. Nas áreas rurais, aproxima-se de habitações humanas e alimenta-se de animais de criação. Essa proximidade faz com que seja alvo de perseguição e contribui para a redução de sua população. A espécie é considerada vulnerável no Estado.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

NATIVIDADE

Bela iniciativa do município de Natividade, no estado do Rio de Janeiro, cria a RPPN Municipal.
Que outros municípios também caminhem para o incentivo à preservação ambiental.


Parabéns, Natividade!

Projeto de Lei da RPPN – Municipal é aprovado em Natividade

A vereadora Ivete Martins foi a proponente da Lei da RPPN Municipal em Natividade, RJ.


A câmara de vereadores de Natividade aprovou a última quinta-feira (29/04), projeto de lei encaminhando pela vereadora Dra. Ivete Martins Kabouk, de criação da RPPN – Municipal. O projeto de lei 001/2010, foi aprovado por unanimidade e entra em vigor na data de sua publicação.

A regulamentação e criação da RPPN Municipal é hoje uma exigência do Ministério Público pelo Termo de ajustamento de conduta, construído com os produtores beneficiados pelo Programa Rio Rural, trazendo ainda ao município, a ampliação do recurso destinado (ICMS Ecológico) e diversos benefícios aos produtores.

A RPPN é uma unidade privada de preservação, criada voluntariamente para facilitar a proteção de áreas de mata nativa, que possibilita ao produtor e ao município obter benefícios fiscais, além de ter prioridade no acesso a recursos e políticas de crédito agrícola.

Entenda mais:

A RPPN é uma unidade privada de preservação, criada voluntariamente para facilitar a proteção de áreas de mata nativa, que possibilita ao produtor e ao município obter benefícios fiscais, além de ter prioridade no acesso a recursos e políticas de crédito agrícola.

As RPPN são importantes para a conservação porque:

· Contribuem para uma rápida ampliação das áreas protegidas no país;
· Apresentam índices altamente positivos na relação custo/benefício;
· São facilmente criadas;
· Possibilitam a participação da iniciativa privada no esforço nacional de conservação;
· Contribuem para a proteção da biodiversidade dos biomas brasileiros.

sábado, 17 de abril de 2010

EDUARDO BAZÉM


Eduardo Bazém é um ambientalista de mão cheia e boa cepa, daqueles que fazem a diferença pelo trabalho realizado ao longo da vida. Já foi tema de uma bela matéria do Globo Ecologia mostrando sua luta pela defesa dos Muriquis no estado de Minas Gerais.
Ele nos manda agora uma matéria publicada no Jornal Intagração, de Campinas, focando suas ações em prol do meio ambiente e onde saiu uma foto dele usando a camiseta da RPPN Rio das Lontras. Uma grande honra para nós!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

SANTOS E WWF

Bela iniciativa! 

Sem patrocínio, Santos confirma que vai exibir logomarca de ONG ambiental

Fernando Prandi
Em Santos


Santos exibir a marca da WWF Brasil enquanto não fechar com um novo patrocinador

Conforme o UOL Esporte adiantou na semana passada, o Santos vai estampar na sua camisa a logomarca da ONG WWF Brasil, uma organização internacional e não-governamental de preservação ambiental. A estreia do uniforme será neste domingo, no jogo contra o Rio Branco, no Pacaembu, na primeira rodada do Campeonato Paulista.

O Santos não vai receber nada para estampar a logomarca, pois trata-se de um marketing diferenciado, que serve para ajudar organizações desse tipo. Assim que o Santos fechar com um patrocinador, a logomarca da WWF deixará a camisa santista.

O acordo foi intermediado por Álvaro de Souza, que é assessor especial do novo presidente santista e também conselheiro da ONG. Antes de fechar com o Santos, a ONG teria procurado outros clubes, como Corinthians, mas não teve sucesso.

“É a primeira vez que a gente faz uma parceria mais consistente com um clube. Já ouve outros contatos, mas não houve acerto. É importante, pois causa uma mobilização maior e comunicação direta para questões ambientais como água doce, mudanças climáticas e aquecimento global”, afirmou João Gonçalves, coordenador de assuntos especiais da Ong.

Atrás de um patrocinador mais forte que o do ano passado, o Santos ainda não acertou contrato com nenhuma empresa. O presidente Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro chegou a dizer durante sua campanha que, se fosse necessário, jogaria algumas partidas sem patrocinador até que achasse alguma empresa interessada em pagar o desejado pelo clube.

Fonte: UOL Esporte

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

CARPA GIGANTE

Mais uma de pescador. Mas vale lembrar que a carpa é um peixe exótico, sua origem é chinesa, ou seja, não faz parte da fauna brasileira e compete diretamente com as espécies nativas.


O pescador Jamerson Lumardi, o Alemão, pescou uma carpa de 1 metro na lagoa da Várzea das Flores, em Belo Horizonte (MG). O peixe pesa cerca de 60 quilos. Um exemplar adulto do animal pesa em média cinco quilos. Foto: Luiz Costa/Hoje em Dia/Futura Press


* VEJA MAIS SOBRE CARPA DE 60kg PESCADA NO RIO TIETÊ: AQUI!


quinta-feira, 22 de outubro de 2009

RPPN SUMO D'ORO


O simpático casal Fernandez e Rosário estão criando a RPPN Sumo D'oro, em bela região de Mariana, Minas Gerais. Por questões profissionais, atualmente moram em Curitiba. No feriado de 12 de outubro vieram nos visitar e assim conhecerem de perto a RPPN Rio das Lontras.



Seguimos de carro até determinado ponto da estrada de acesso da RPPN, que ainda aguarda reparos pela Prefeitura Municipal de São Pedro de Alcântara dos estragos das chuvas.



A já tradicional foto na entrada da RPPN Rio das Lontras: Rosário e Fernandez devidamente trajados com a camiseta feita de tecido ecológico com a logomarca da RPPN Rio das Lontras.



Fernandez flagrou uma imagem minha me equilibrando entre as pedras do rio Caldas do Norte, aos pés da cachoeira.



Demos sorte e o tempo que anda extremamente chuvoso nesse começo de primavera deu uma trégua, possibilitando uma pequena caminhada pela área.



Entre uma parada e outra para fotos no passeio, um registro de um bate-papo nosso no antigo e histórico caminho dos tropeiros, que ligava Campos de Lages até Desterro (atual Ilha de Santa Catarina, onde está a capital catarinense, Florianópolis).



Na paisagem bucólica construções estilo enxaimel, sítios simples e bem cuidados, como essa horta na beira da estrada.



Registros fotográficos na primeira colônia alemã de Santa Catarina...



...que recentemente realizou a Oktobertanz, a festa abre a temporada das Oktoberfestas no estado.



Durante o trajeto paramos o carro para fazermos algumas fotos, como esse registro de um Phimosus infuscatus, conhecido como maçarico-de-cara-pelada ou Tapicuru-de-cara-pelada .



"A inclusão da espécie, na lista de aves para Santa catarina, foi através de informações bibliográficas de cunho genérico, sem mencionar uma localidade específica". Esse dado consta no livro As Aves em Santa Catarina, da ornitóloga Lenir Alda do Rosário. Bom, então agora já há o devido registro.


E mil vivas para a RPPN Sumo D'oro!

Fotos: Fernandez e Rosário/ Arquivo pessoal RPPN Rio das Lontras


terça-feira, 6 de outubro de 2009

RPPN EL NAGUAL

Conheci Eraldo no Viva a Mata 2007, no Parque do Ibirapuera. Ele e Mariana são proprietários da RPPN El Nagual, no estado do Rio de Janeiro.
O vídeo abaixo mostra um pouco do belo trabalho que eles desenvolvem, mesclando arte, turismo, meio ambiente e qualidade de vida.




segunda-feira, 14 de setembro de 2009

ONÇA-PARDA ATROPELADA

Veterinários cuidam da onça que foi capturada na altura do quilômetro 71 da Rodovia Anhanguera, na região de Louveira, no interior de São Paulo, na manhã desta segunda-feira (14). A estrada foi totalmente interditada para a captura do animal, que foi encontrado deitado ao lado da mureta do canteiro central da via. Segundo a Autoban, empresa que administra a rodovia, o animal foi encontrado com ferimentos, possivelmente causados por atropelamento.

domingo, 13 de setembro de 2009

TAMANDUÁ-MIRIM VÍTIMA DE QUEIMADA

Vítima de queimada no interior de SP, tamanduá-mirim pode ficar cego
Animal foi encontrado à beira de estrada pela polícia ambiental.
Partes mais atingidas foram as patas e a cabeça.

Tamanduá-mirim teve as patas e a cabeça queimada e corre risco de ficar cego, segundo veterinários de Assis (Foto: Aguinaldo Marinho de Godoy/Apass)

Um tamanduá-mirim foi a mais nova vítima das queimadas irregulares na região de Assis, a 434 km de São Paulo. O animal foi encontrado pela Polícia Ambiental na beira de uma estrada bastante debilitado.

O pequeno tamanduá-mirim estava desidratado e foi levado às pressas para uma clínica veterinária, onde recebeu os primeiros socorros. Cerca de 40% do corpo foi queimado. As partes mais atingidas foram as patas e a cabeça. Tudo indica que o animal dificilmente voltará a enxergar. Mas o maior desafio é mantê-lo vivo.

O representante da Associação Protetora dos Animais Silvestres de Assis, Agnaldo Marinho de Godoi, acompanhou o drama do tamanduá-mirim. E, apesar da situação em que o bicho se encontra, tem esperança de levá-lo para o novo lar e assim, garantir a sobrevivência da espécie.

Casos como este se tornaram comuns na região de Assis. No último ano, seis onças pardas, espécie também ameaçada de extinção, foram encontradas mortas. A maioria foi atropelada nas rodovias ao fugir das queimadas nas plantações de cana-de-açúcar.

Em junho, dois filhotes de onça parda morreram vítimas da queimada em um canavial. Um deles chegou a ser levado para a clínica veterinária ainda vivo, mas não resistiu aos ferimentos e morreu três dias depois. Em novembro do ano passado, em Paraguaçu Paulista, uma jaguatirica e um tamanduá-mirim foram soltos ma mata depois de receberem tratamento.

As queimadas, tanto na zona rural, quanto na zona urbana, são crimes ambientais. Pôr fogo na cana-de-açúcar só é permitido com licença da Cetesb e durante a noite.

terça-feira, 21 de julho de 2009

SERRA DA CANTAREIRA

Impressionante saber que em plena cidade de São Paulo ainda existem animais vivendo em seu habitat natural, mesmo que ameaçados por pressões absurdas do crescimento da população humana, do desmatamento e poluição de todo gênero e grau.
Muitos deles estão ameaçados de extinção e fica a pergunta: Até quando eles aguentarão viver em fragmentos florestais cada vez menores e sem conexão com outras áreas protegidas para a garantia da troca genética?


Vale todos os esforços para conhecer e preservar a Serra da (En)Cantareira!


O bugio (Alouatta clamitans) é um primata encontrado na serra da Cantareira - Carlos Zacchi/Instituto Florestal

Moradores da Serra da Cantareira convivem com bichos de várias espécies

LAURA GUIMARÃES
Colaboração ao UOL Bichos


Apesar de ser um dos milhões de habitantes da Grande São Paulo - muitas vezes lembrada pelos prédios, carros e poluição - Joacir Salles de Barros vive cercado pela natureza e costuma receber no quintal de sua casa, na Serra da Cantareira, um grupo de bugios.

Os macacos da espécie aparecem quase diariamente para se alimentar dos frutos e folhas das árvores. A mãe costuma carregar o filhote pequeno nas costas. O mais ousado deles, segundo Marina Braga Médici - frequentadora da região e namorada de Barros -, parece nem se intimidar com os latidos dos cães domésticos.

Além dos bugios, vários bichos são vistos na Serra da Cantareira, região que se estende pelos municípios de São Paulo, Guarulhos, Mairiporã, Caieiras e Franco da Rocha. A floresta, maior em área urbana do mundo, é habitat de mais de 380 espécies entre répteis, aves, mamíferos e anfíbios.

"Na Serra da Cantareira podem ser encontradas 45% das espécies de médios e grandes mamíferos de todo o estado de São Paulo e 14% do Brasil" diz Marcio Port Carvalho, pesquisador científico do Instituto Florestal, órgão de proteção e pesquisa do governo do Estado de São Paulo.

Entre eles estão animais raros e ameaçados de extinção, como a onça parda, o gato do mato pequeno, o sagüi da serra escuro e a jaguatirica.
Há ainda nomes como araçari banana, o beija-flor de cabeça azul, o gavião pega-macaco, o gato mourisco, o pica-pau de cabeça vermelha, o macuco, a jararaca, a perereca risadinha e a coruja orelhuda.

Vizinhos do mundo animal

Como é viver tão perto dos bichos? Para muitos moradores da Serra, a convivência pacífica e prazerosa. "É incrível ficar perto destes bichos", diz Eugênio Oz. "Acordo com o barulho dos tucanos e à tarde aparecem papagaios."

Para Ana Cristina Ferreira, o incômodo não existe nem quando se trata de espécies tidas como perigosas, como no caso da aranha marrom. "Eu curto aranhas. Não as mato nunca. Se aparece uma dentro de casa, pego um pedaço de papel e tiro". Ana conta que já encontrou nos arredores de sua casa bichos-preguiças, cobras, jacus e até um veado.

Os moradores da região não são os únicos que podem ver os animais de perto. A Serra da Cantareira possui uma Unidade de Conservação de Proteção Integral, o Parque Estadual da Cantareira, com aproximadamente 8.000 hectares de Mata Atlântica divididos em quatro núcleos - Águas Claras, Pedra Grande, Engordador e Cabuçu -, abertos ao público nos finais de semana, feriados e férias escolares.

"Vale ressaltar que tanto a presença dos moradores quanto dos visitantes da Serra não deve interferir nos hábitos dos animais", alerta Marcio Port Carvalho, "Por exemplo, oferecer alimentos não é uma boa ideia. Espécies que naturalmente são dispersoras de sementes de árvores nativas podem deixar de cumprir seu papel no ambiente, há o risco de acidentes como mordeduras e transmissão de doenças e zoonoses, e eventuais mudanças do seu comportamento natural".

Atualmente a Serra da Cantareira vem sofrendo diversos impactos e ameaças. Os principais deles, que saltam à vista de quem passa pela região, são as ocupações irregulares e desmatamentos. Para construir uma casa na Serra é necessário seguir a legislação vigente. Os pedidos de processo de licenciamento ambiental devem ser feitos no Departamento Estadual de Proteção de Recursos Naturais (DPRN).


A Serra da cantareira abriga exemplares de felinos - como esses Jaguarundis, ou Gato-Mourisco (Felis yagouaruundi) - Vincent Lo/ Instituto Florestal


O pica pau de cabeça vermelha (Dryocopus lineatus) vive solitário ou aos pares, arrancando a casca e bicando troncos e galhos maiores em busca de insetos - Vincent Lo/ Instituto Florestal


Gavião Pega-macaco Spizaetus tyrannus, ave de rapina adaptada para caçar em regiões de mata fechada - Vincent Lo/ Instituto Florestal


Beija-flor-de fronte violeta habita florestas altas, capoeiras e jardins - Vincent Lo/ Instituto Florestal


O gato-do-mato-pequeno, espécie de gato silvestre (Leopardus tigrinus), ameaçada de extinção, registrado com câmera trap no Parque Estadual da Cantareira - Marcio Port-Carvalho/ Instituto Florestal


Na serra, os tucanos são muito comuns e fáceis de seres vistos e ouvidos - Marcio Port-Carvalho/ Instituto Florestal


Onças-pardas ainda são encontradas na cidade de São Paulo - Marcio Port-Carvalho e Cássia Garrido/ Instituto Florestal


Morcego frugívoro importante no processo de dispersão de sementes e regeneração das florestas - Marcio Port-Carvalho/ Instituto Florestal


Ave que se locomove saltando de árvore em árvore - Vincent Lo/ Instituto Florestal



Paca é vista no escuro no Parque Estadual da Cantareira - Marcio Port-Carvalho/ Instituto Florestal


Espécie rara de tucano da Mata Atlântica encontrada na Serra da Cantareira - Marcio Port-Carvalho/ Instituto Florestal



Filhote de jaguatirica, espécie de felino ameaçada de extinção, é um dos bichos da Serra da Cantareira, região que se estende pelos municípios de São Paulo, Guarulhos, Mairiporã, Caieiras e Franco da Rocha - Cybele Araújo/ Instituto Florestal



A cor vibrante do pássaro saí-azul (Dacnis cayana ); a Serra abriga o Parque Estadual da Cantareira, com aproximadamente 8.000 hectares de Mata Atlântica - Marcio Port-Carvalho/ Instituto Florestal