Fernando e Chris sempre estiveram envolvidos na defesa do meio ambiente e para contribuírem de maneira mais efetiva com a causa adquiriram uma magnífica área preservada de Mata Atlântica próxima a Florianópolis, criando ali uma Unidade de Conservação em caráter perpétuo, uma Reserva Particular do Patrimônio Natural, a RPPN Rio das Lontras.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
APOIO ÀS RPPNs
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
AMBIENTALISTA MORTO
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
O VALOR DA BIODIVERSIDADE
quarta-feira, 6 de julho de 2011
NOVA ESPÉCIE HOMENAGEIA TOM JOBIM
Uma trepadeira, conhecida como Bico Branco, foi reconhecida oficialmente pela comunidade científica como uma nova espécie botânica. A planta foi encontrada numa reserva de Mata Atlântica no norte do Espírito Santo e homenageia em seu nome o maestro e ambientalista Tom Jobim.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
ANIMAL SÍMBOLO DE SÃO PAULO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
A Secretaria do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo anunciou nesta quarta-feira que a onça suçuarana (Puma concolor capricorniensis) --também conhecida como onça parda-- foi escolhida animal silvestre símbolo da cidade. O felino recebeu 16.689 votos de um total de 84.140.
As ações da prefeitura voltadas à proteção e educação ambiental será identificadas com uma figura estilizada da onça. Além disso, o órgão desenvolveu um personagem chamado Suçu para trabalhar a questão da biodiversidade junto às escolas.
A onça suçuarana foi escolhido por meio de uma votação on-line entre junho e setembro deste ano, onde concorreu com 14 candidatos.
Os animais que disputaram o título foram escolhidos por técnicos da Divisão de Fauna com a colaboração de professores e pesquisadores do Museu de Zoologia da USP, do Instituto de Biocências da USP, do Instituto Butantã e das ONGs Salve-Brasil e Centro de Estudos Ornitológicos.
Segundo a secretaria, a eleição começou concentrada entre aves, enquanto a onça ocupava a quarta posição, semana a semana. No último mês, começou a ganhar posições e venceu o concurso, seguida pelo bentevi, sabiá-laranjeira, joão-de-barro e periquito-rico.
CARACTERÍSTICAS:
A onça parda é o maior felino registrado atualmente em São Paulo e o segundo maior do Brasil. Foi encontrada em duas áreas da zona sul: Fazenda Capivari e Parque Estadual da Serra do Mar. Trata-se do felino com maior distribuição no continente americano: do norte do Canadá ao sul da Argentina e do Chile --Terra do Fogo).
No Brasil, ocupa todos os tipos de biomas: Amazônia, caatinga, cerrado, mata atlântica, Pantanal e campos sulinos. Ela possui uma grande capacidade de adaptação aos diferentes ambientes e climas.
A suçuarana mede entre 86 cm e 154 cm de cabeça e corpo, e a cauda mede entre 63 cm a 96 cm. Seu peso varia de 29 kg a 120 kg, sendo os machos maiores do que as fêmeas. Possui coloração uniforme parda.
Tem hábitos solitários, terrestres e noturnos e alimenta-se principalmente de mamíferos de médio porte --como quatis, catetos, tatus e capivaras-- e vertebrados de pequeno porte. Nas áreas rurais, aproxima-se de habitações humanas e alimenta-se de animais de criação. Essa proximidade faz com que seja alvo de perseguição e contribui para a redução de sua população. A espécie é considerada vulnerável no Estado.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
NATIVIDADE
Que outros municípios também caminhem para o incentivo à preservação ambiental.
Parabéns, Natividade!
Projeto de Lei da RPPN – Municipal é aprovado em Natividade
A vereadora Ivete Martins foi a proponente da Lei da RPPN Municipal em Natividade, RJ.
A câmara de vereadores de Natividade aprovou a última quinta-feira (29/04), projeto de lei encaminhando pela vereadora Dra. Ivete Martins Kabouk, de criação da RPPN – Municipal. O projeto de lei 001/2010, foi aprovado por unanimidade e entra em vigor na data de sua publicação.
A regulamentação e criação da RPPN Municipal é hoje uma exigência do Ministério Público pelo Termo de ajustamento de conduta, construído com os produtores beneficiados pelo Programa Rio Rural, trazendo ainda ao município, a ampliação do recurso destinado (ICMS Ecológico) e diversos benefícios aos produtores.
A RPPN é uma unidade privada de preservação, criada voluntariamente para facilitar a proteção de áreas de mata nativa, que possibilita ao produtor e ao município obter benefícios fiscais, além de ter prioridade no acesso a recursos e políticas de crédito agrícola.
Entenda mais:
A RPPN é uma unidade privada de preservação, criada voluntariamente para facilitar a proteção de áreas de mata nativa, que possibilita ao produtor e ao município obter benefícios fiscais, além de ter prioridade no acesso a recursos e políticas de crédito agrícola.
As RPPN são importantes para a conservação porque:
· Contribuem para uma rápida ampliação das áreas protegidas no país;
· Apresentam índices altamente positivos na relação custo/benefício;
· São facilmente criadas;
· Possibilitam a participação da iniciativa privada no esforço nacional de conservação;
· Contribuem para a proteção da biodiversidade dos biomas brasileiros.
sábado, 17 de abril de 2010
EDUARDO BAZÉM
Eduardo Bazém é um ambientalista de mão cheia e boa cepa, daqueles que fazem a diferença pelo trabalho realizado ao longo da vida. Já foi tema de uma bela matéria do Globo Ecologia mostrando sua luta pela defesa dos Muriquis no estado de Minas Gerais.
Ele nos manda agora uma matéria publicada no Jornal Intagração, de Campinas, focando suas ações em prol do meio ambiente e onde saiu uma foto dele usando a camiseta da RPPN Rio das Lontras. Uma grande honra para nós!
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
SANTOS E WWF
Sem patrocínio, Santos confirma que vai exibir logomarca de ONG ambiental
Fernando Prandi
Em Santos
Santos exibir a marca da WWF Brasil enquanto não fechar com um novo patrocinador
Conforme o UOL Esporte adiantou na semana passada, o Santos vai estampar na sua camisa a logomarca da ONG WWF Brasil, uma organização internacional e não-governamental de preservação ambiental. A estreia do uniforme será neste domingo, no jogo contra o Rio Branco, no Pacaembu, na primeira rodada do Campeonato Paulista.
O Santos não vai receber nada para estampar a logomarca, pois trata-se de um marketing diferenciado, que serve para ajudar organizações desse tipo. Assim que o Santos fechar com um patrocinador, a logomarca da WWF deixará a camisa santista.
O acordo foi intermediado por Álvaro de Souza, que é assessor especial do novo presidente santista e também conselheiro da ONG. Antes de fechar com o Santos, a ONG teria procurado outros clubes, como Corinthians, mas não teve sucesso.
“É a primeira vez que a gente faz uma parceria mais consistente com um clube. Já ouve outros contatos, mas não houve acerto. É importante, pois causa uma mobilização maior e comunicação direta para questões ambientais como água doce, mudanças climáticas e aquecimento global”, afirmou João Gonçalves, coordenador de assuntos especiais da Ong.
Atrás de um patrocinador mais forte que o do ano passado, o Santos ainda não acertou contrato com nenhuma empresa. O presidente Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro chegou a dizer durante sua campanha que, se fosse necessário, jogaria algumas partidas sem patrocinador até que achasse alguma empresa interessada em pagar o desejado pelo clube.
Fonte: UOL Esporte
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
CARPA GIGANTE
O pescador Jamerson Lumardi, o Alemão, pescou uma carpa de 1 metro na lagoa da Várzea das Flores, em Belo Horizonte (MG). O peixe pesa cerca de 60 quilos. Um exemplar adulto do animal pesa em média cinco quilos. Foto: Luiz Costa/Hoje em Dia/Futura Press
* VEJA MAIS SOBRE CARPA DE 60kg PESCADA NO RIO TIETÊ: AQUI!

quinta-feira, 22 de outubro de 2009
RPPN SUMO D'ORO
Seguimos de carro até determinado ponto da estrada de acesso da RPPN, que ainda aguarda reparos pela Prefeitura Municipal de São Pedro de Alcântara dos estragos das chuvas.
A já tradicional foto na entrada da RPPN Rio das Lontras: Rosário e Fernandez devidamente trajados com a camiseta feita de tecido ecológico com a logomarca da RPPN Rio das Lontras.
Fernandez flagrou uma imagem minha me equilibrando entre as pedras do rio Caldas do Norte, aos pés da cachoeira.
Demos sorte e o tempo que anda extremamente chuvoso nesse começo de primavera deu uma trégua, possibilitando uma pequena caminhada pela área.
Entre uma parada e outra para fotos no passeio, um registro de um bate-papo nosso no antigo e histórico caminho dos tropeiros, que ligava Campos de Lages até Desterro (atual Ilha de Santa Catarina, onde está a capital catarinense, Florianópolis).
Na paisagem bucólica construções estilo enxaimel, sítios simples e bem cuidados, como essa horta na beira da estrada.
Registros fotográficos na primeira colônia alemã de Santa Catarina...
...que recentemente realizou a Oktobertanz, a festa abre a temporada das Oktoberfestas no estado.
Durante o trajeto paramos o carro para fazermos algumas fotos, como esse registro de um Phimosus infuscatus, conhecido como maçarico-de-cara-pelada ou Tapicuru-de-cara-pelada .
"A inclusão da espécie, na lista de aves para Santa catarina, foi através de informações bibliográficas de cunho genérico, sem mencionar uma localidade específica". Esse dado consta no livro As Aves em Santa Catarina, da ornitóloga Lenir Alda do Rosário. Bom, então agora já há o devido registro.
E mil vivas para a RPPN Sumo D'oro!
Fotos: Fernandez e Rosário/ Arquivo pessoal RPPN Rio das Lontras

terça-feira, 6 de outubro de 2009
RPPN EL NAGUAL
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
ONÇA-PARDA ATROPELADA
Veterinários cuidam da onça que foi capturada na altura do quilômetro 71 da Rodovia Anhanguera, na região de Louveira, no interior de São Paulo, na manhã desta segunda-feira (14). A estrada foi totalmente interditada para a captura do animal, que foi encontrado deitado ao lado da mureta do canteiro central da via. Segundo a Autoban, empresa que administra a rodovia, o animal foi encontrado com ferimentos, possivelmente causados por atropelamento.
domingo, 13 de setembro de 2009
TAMANDUÁ-MIRIM VÍTIMA DE QUEIMADA
Animal foi encontrado à beira de estrada pela polícia ambiental.
Partes mais atingidas foram as patas e a cabeça.
Tamanduá-mirim teve as patas e a cabeça queimada e corre risco de ficar cego, segundo veterinários de Assis (Foto: Aguinaldo Marinho de Godoy/Apass)Um tamanduá-mirim foi a mais nova vítima das queimadas irregulares na região de Assis, a 434 km de São Paulo. O animal foi encontrado pela Polícia Ambiental na beira de uma estrada bastante debilitado.
O pequeno tamanduá-mirim estava desidratado e foi levado às pressas para uma clínica veterinária, onde recebeu os primeiros socorros. Cerca de 40% do corpo foi queimado. As partes mais atingidas foram as patas e a cabeça. Tudo indica que o animal dificilmente voltará a enxergar. Mas o maior desafio é mantê-lo vivo.
O representante da Associação Protetora dos Animais Silvestres de Assis, Agnaldo Marinho de Godoi, acompanhou o drama do tamanduá-mirim. E, apesar da situação em que o bicho se encontra, tem esperança de levá-lo para o novo lar e assim, garantir a sobrevivência da espécie.
Casos como este se tornaram comuns na região de Assis. No último ano, seis onças pardas, espécie também ameaçada de extinção, foram encontradas mortas. A maioria foi atropelada nas rodovias ao fugir das queimadas nas plantações de cana-de-açúcar.
Em junho, dois filhotes de onça parda morreram vítimas da queimada em um canavial. Um deles chegou a ser levado para a clínica veterinária ainda vivo, mas não resistiu aos ferimentos e morreu três dias depois. Em novembro do ano passado, em Paraguaçu Paulista, uma jaguatirica e um tamanduá-mirim foram soltos ma mata depois de receberem tratamento.
As queimadas, tanto na zona rural, quanto na zona urbana, são crimes ambientais. Pôr fogo na cana-de-açúcar só é permitido com licença da Cetesb e durante a noite.
terça-feira, 21 de julho de 2009
SERRA DA CANTAREIRA
Muitos deles estão ameaçados de extinção e fica a pergunta: Até quando eles aguentarão viver em fragmentos florestais cada vez menores e sem conexão com outras áreas protegidas para a garantia da troca genética?
Vale todos os esforços para conhecer e preservar a Serra da (En)Cantareira!
O bugio (Alouatta clamitans) é um primata encontrado na serra da Cantareira - Carlos Zacchi/Instituto Florestal
Moradores da Serra da Cantareira convivem com bichos de várias espécies
LAURA GUIMARÃES
Colaboração ao UOL Bichos
Apesar de ser um dos milhões de habitantes da Grande São Paulo - muitas vezes lembrada pelos prédios, carros e poluição - Joacir Salles de Barros vive cercado pela natureza e costuma receber no quintal de sua casa, na Serra da Cantareira, um grupo de bugios.
Os macacos da espécie aparecem quase diariamente para se alimentar dos frutos e folhas das árvores. A mãe costuma carregar o filhote pequeno nas costas. O mais ousado deles, segundo Marina Braga Médici - frequentadora da região e namorada de Barros -, parece nem se intimidar com os latidos dos cães domésticos.
Além dos bugios, vários bichos são vistos na Serra da Cantareira, região que se estende pelos municípios de São Paulo, Guarulhos, Mairiporã, Caieiras e Franco da Rocha. A floresta, maior em área urbana do mundo, é habitat de mais de 380 espécies entre répteis, aves, mamíferos e anfíbios.
"Na Serra da Cantareira podem ser encontradas 45% das espécies de médios e grandes mamíferos de todo o estado de São Paulo e 14% do Brasil" diz Marcio Port Carvalho, pesquisador científico do Instituto Florestal, órgão de proteção e pesquisa do governo do Estado de São Paulo.
Entre eles estão animais raros e ameaçados de extinção, como a onça parda, o gato do mato pequeno, o sagüi da serra escuro e a jaguatirica.
Há ainda nomes como araçari banana, o beija-flor de cabeça azul, o gavião pega-macaco, o gato mourisco, o pica-pau de cabeça vermelha, o macuco, a jararaca, a perereca risadinha e a coruja orelhuda.
Vizinhos do mundo animal
Como é viver tão perto dos bichos? Para muitos moradores da Serra, a convivência pacífica e prazerosa. "É incrível ficar perto destes bichos", diz Eugênio Oz. "Acordo com o barulho dos tucanos e à tarde aparecem papagaios."
Para Ana Cristina Ferreira, o incômodo não existe nem quando se trata de espécies tidas como perigosas, como no caso da aranha marrom. "Eu curto aranhas. Não as mato nunca. Se aparece uma dentro de casa, pego um pedaço de papel e tiro". Ana conta que já encontrou nos arredores de sua casa bichos-preguiças, cobras, jacus e até um veado.
Os moradores da região não são os únicos que podem ver os animais de perto. A Serra da Cantareira possui uma Unidade de Conservação de Proteção Integral, o Parque Estadual da Cantareira, com aproximadamente 8.000 hectares de Mata Atlântica divididos em quatro núcleos - Águas Claras, Pedra Grande, Engordador e Cabuçu -, abertos ao público nos finais de semana, feriados e férias escolares.
"Vale ressaltar que tanto a presença dos moradores quanto dos visitantes da Serra não deve interferir nos hábitos dos animais", alerta Marcio Port Carvalho, "Por exemplo, oferecer alimentos não é uma boa ideia. Espécies que naturalmente são dispersoras de sementes de árvores nativas podem deixar de cumprir seu papel no ambiente, há o risco de acidentes como mordeduras e transmissão de doenças e zoonoses, e eventuais mudanças do seu comportamento natural".
Atualmente a Serra da Cantareira vem sofrendo diversos impactos e ameaças. Os principais deles, que saltam à vista de quem passa pela região, são as ocupações irregulares e desmatamentos. Para construir uma casa na Serra é necessário seguir a legislação vigente. Os pedidos de processo de licenciamento ambiental devem ser feitos no Departamento Estadual de Proteção de Recursos Naturais (DPRN).
A Serra da cantareira abriga exemplares de felinos - como esses Jaguarundis, ou Gato-Mourisco (Felis yagouaruundi) - Vincent Lo/ Instituto Florestal
O pica pau de cabeça vermelha (Dryocopus lineatus) vive solitário ou aos pares, arrancando a casca e bicando troncos e galhos maiores em busca de insetos - Vincent Lo/ Instituto Florestal
Gavião Pega-macaco Spizaetus tyrannus, ave de rapina adaptada para caçar em regiões de mata fechada - Vincent Lo/ Instituto Florestal
Beija-flor-de fronte violeta habita florestas altas, capoeiras e jardins - Vincent Lo/ Instituto Florestal
O gato-do-mato-pequeno, espécie de gato silvestre (Leopardus tigrinus), ameaçada de extinção, registrado com câmera trap no Parque Estadual da Cantareira - Marcio Port-Carvalho/ Instituto Florestal
Na serra, os tucanos são muito comuns e fáceis de seres vistos e ouvidos - Marcio Port-Carvalho/ Instituto Florestal
Onças-pardas ainda são encontradas na cidade de São Paulo - Marcio Port-Carvalho e Cássia Garrido/ Instituto Florestal
Morcego frugívoro importante no processo de dispersão de sementes e regeneração das florestas - Marcio Port-Carvalho/ Instituto Florestal
Ave que se locomove saltando de árvore em árvore - Vincent Lo/ Instituto Florestal
Paca é vista no escuro no Parque Estadual da Cantareira - Marcio Port-Carvalho/ Instituto Florestal
Espécie rara de tucano da Mata Atlântica encontrada na Serra da Cantareira - Marcio Port-Carvalho/ Instituto Florestal
Filhote de jaguatirica, espécie de felino ameaçada de extinção, é um dos bichos da Serra da Cantareira, região que se estende pelos municípios de São Paulo, Guarulhos, Mairiporã, Caieiras e Franco da Rocha - Cybele Araújo/ Instituto Florestal
A cor vibrante do pássaro saí-azul (Dacnis cayana ); a Serra abriga o Parque Estadual da Cantareira, com aproximadamente 8.000 hectares de Mata Atlântica - Marcio Port-Carvalho/ Instituto Florestal
















